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A AEANG e a vergonhosa “Descolonização”

22/02/2009

A Associação dos Espoliados de Angola (AEANG) , constituída por escritura pública em 22 de Outubro de 1987, no 9º Cartório Notarial de Lisboa, tem por objectivo a defesa dos interesses de todos os Portugueses, seus associados, que foram traídos e forçados a deixarem Angola, para não serem mortos nem apodrecerem nas masmorras do inimigo.

As vítimas da vergonhosa “descolonização exemplar” tudo perderam, porque os representantes dos governos, os agentes do Estado  e certos elementos das Forças Armadas abdicaram dos deveres que lhes competia: Defender vidas e os legítimos interesses dos cidadãos portugueses.  Não o tendo feito, incorreram inquestionavelmente numa falta grave, que não pode ser escamoteada.  O Estado português, sendo o único responsável por tamanha tragédia, nunca se mostrou disposto a ressarcir as vítimas dum processo político com contornos de alta traição à Pátria. Por isso, as vítimas, inconformadas com essa atitude bizarra do Estado, que é suposto ser de Direito, constituíram a AEANG e em torno dela se aglutinaram _ não todas as vítimas da “descolonização”, infelizmente, mas as necessárias _ para constituir uma arma de defesa dos seus legítimos interesses, que se consubstanciam nas indemnizações pelos danos sofridos na sequência de um processo político censurável.

Porque os espoliados ultramarinos são tão portugueses como os nossos político e governantes, têm de ser respeitados e não podem  ser prejudicados ou diferenciados dos demais compatriotas. A Constituição da República é para ser respeitada por governantes e governados e a democracia, num Estado de Direito, não admite injustiças tão monstruosas como a que os espoliados ultramarinos  têm sofrido.

Deste modo, a AEANG indica aos seus associados que insistam em escrever aos ministros das Finanças, da Segurança Social, dos Negócios Estrangeiros, ao primeiro-ministro, ao Provedor de Justiça, ao Procurador Geral da República e ao Presidente da República, indagando quando e como pretende o Estado pagar os danos materiais infringidos pela “descolonização”.Lembrem-se de que “água mole em pedra dura tanto bate, até que fura”…

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