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Boletim O ESPOLIADO nr.56

08/11/2012

LEIA ….o Boletim O ESPOLIADO nr.56  O ESPOLIADO 56

Boletim O ESPOLIADO nr. 56

08/11/2012

LEIA…o Boletim O ESPOLIADO nr.56

Boletim ESPOLIADO 55 ler clicando em cima

29/04/2012

O ESPOLIADO 55

Decreto nº. 3/89 de 7 de Janeiro de 1989

01/01/2010

Nos Termos da alínea c) do nº.1 do artigo 200º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Artigo único. É aprovado, para ratificação, o Acordo entre a República Portuguesa e a República do Zaire Relativo à Indemnização dos Bens Zairinizados que pertenciam a Nacionais Portugueses, assinado em Kinshasa, em 5 de Fevereiro de 1988, cujos textos originais em francês e português, ambos fazendo igualmente fé, vão anexos ao presente decreto.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 17 de Novembro de 1988. – Anibal António Cavaco Silva – Miguel José Ribeiro Cadilhe – João de Deus Rogado Salvador Pinheiro.

Ratificado em 22 de Dezembro de 1988.

Publique-se.

O Presidente da República, Mário Soares.

Referendado em 27 de Dezembro de 1988

O Primeiro-Ministro, Anibal António cavaco Silva.

Porque não um Acordo entre Angola e Portugal?

Caro(a) ex-residente ou natural de Angola

01/01/2010

Serve a presente para lhe dar a conhecer a existência da nossa Associação, dedicada à missão de levar o Governo Português, a indemnizar todos os cidadãos nacionais cujos bens foram nacionalizados consequência da descolonização.

É pois a altura de os espoliados se unirem ao redor da sua Associação representativa,  (AEANG), e assim mostrar ao Governo de Portugal a sua determinação, à semelhança do que aconteceu com todos os outros países que descolonizaram e que já indemnizaram, da justeza das suas pretensões.

Não será a conjuntura financeira muito favorável. Mas a altura é propícia para convencer os políticos que nos governam a reconhecerem finalmente os nossos direitos. E sabemos que estão dispostos a iniciar um processo de resolução que leve, em breve, ao reconhecimento dos nossos direitos e, a médio prazo, ao pagamento, certamente em parcelas, das indemnizações devidas e à resolução das outras situações ainda pendentes.

Titular ou herdeiro, é altura de se fazer sócio!.

Interessado ou não, passe a mensagem a outro, por favor!

QUANTO VALE HOJE UM “BEM” DEIXADO NO EX-ULTRAMAR?

01/01/2010

Muitos dos herdeiros de titulares ( muitos já falecidos) de bens perdidos no ex-ultramar afirmam não valer a pena lutarem pelos seus direitos,pois os respectivos valores são hoje considerados insignificantes.

Alguns dizem que ” meu Pai deixou uma casa que está registada por duzentos contos. Somos dois, três ou quatro irmãos. Que restará para cada um?”

Independentemente de se lutar por um direito, o valor real actual não serão os “duzentos contos” do exemplo acima, mas, cerca de 30 vezes mais segundo o Instituto Nacional de Estatística.

Todos os países que descolonizaram pagaram as respectivas indemnizações. Inclusivé por bens perdidos pelos seus cidadãos em Angola e Moçambique. Porque Portugal não o faz?.

Jornalista procura o seu Pai “João Cândido de Figueiredo”

06/07/2009

Uma jornalista de Lisboa está a fazer um trabalho sobre o sucedido em Angola.

E procura o seu pai  João Cândido de Figueiredo, um homem da bolsa do café e muito conhecido em Luanda.

Obrigado

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