Saltar para o conteúdo

ESPOLIADO nr 54

12/17/2011

A edição de Dezembro de 2011 do nosso Boletim O ESPOLIADO nr. 54 já se encontra em distribuição pelos CTT .
Dentro de dias o mesmo estará publicado tambem neste site/blog.

ACTUALIZAÇÃO EM JANEIRO DE 2012

12/17/2011

A Direcao da AEANG vai actualizar o site/blog a partir de Janeiro de 2012, com um novo título ANGOLAESPOLIADO/RETORNADO.wordpress.com e com conexão ao Facebook, de modo a chegar ao maior numero de pessoas que se interessam por ANGOLA e pela luta dos Espoliados/Retornados de Angola.

Decreto nº. 3/89 de 7 de Janeiro de 1989

01/01/2010

Nos Termos da alínea c) do nº.1 do artigo 200º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Artigo único. É aprovado, para ratificação, o Acordo entre a República Portuguesa e a República do Zaire Relativo à Indemnização dos Bens Zairinizados que pertenciam a Nacionais Portugueses, assinado em Kinshasa, em 5 de Fevereiro de 1988, cujos textos originais em francês e português, ambos fazendo igualmente fé, vão anexos ao presente decreto.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 17 de Novembro de 1988. - Anibal António Cavaco Silva – Miguel José Ribeiro Cadilhe – João de Deus Rogado Salvador Pinheiro.

Ratificado em 22 de Dezembro de 1988.

Publique-se.

O Presidente da República, Mário Soares.

Referendado em 27 de Dezembro de 1988

O Primeiro-Ministro, Anibal António cavaco Silva.

Porque não um Acordo entre Angola e Portugal?

Caro(a) ex-residente ou natural de Angola

01/01/2010

Serve a presente para lhe dar a conhecer a existência da nossa Associação, dedicada à missão de levar o Governo Português, a indemnizar todos os cidadãos nacionais cujos bens foram nacionalizados consequência da descolonização.

É pois a altura de os espoliados se unirem ao redor da sua Associação representativa,  (AEANG), e assim mostrar ao Governo de Portugal a sua determinação, à semelhança do que aconteceu com todos os outros países que descolonizaram e que já indemnizaram, da justeza das suas pretensões.

Não será a conjuntura financeira muito favorável. Mas a altura é propícia para convencer os políticos que nos governam a reconhecerem finalmente os nossos direitos. E sabemos que estão dispostos a iniciar um processo de resolução que leve, em breve, ao reconhecimento dos nossos direitos e, a médio prazo, ao pagamento, certamente em parcelas, das indemnizações devidas e à resolução das outras situações ainda pendentes.

Titular ou herdeiro, é altura de se fazer sócio!.

Interessado ou não, passe a mensagem a outro, por favor!

QUANTO VALE HOJE UM “BEM” DEIXADO NO EX-ULTRAMAR?

01/01/2010

Muitos dos herdeiros de titulares ( muitos já falecidos) de bens perdidos no ex-ultramar afirmam não valer a pena lutarem pelos seus direitos,pois os respectivos valores são hoje considerados insignificantes.

Alguns dizem que ” meu Pai deixou uma casa que está registada por duzentos contos. Somos dois, três ou quatro irmãos. Que restará para cada um?”

Independentemente de se lutar por um direito, o valor real actual não serão os “duzentos contos” do exemplo acima, mas, cerca de 30 vezes mais segundo o Instituto Nacional de Estatística.

Todos os países que descolonizaram pagaram as respectivas indemnizações. Inclusivé por bens perdidos pelos seus cidadãos em Angola e Moçambique. Porque Portugal não o faz?.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.